sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


tudo novo de novo

Que clichê mais infeliz...





Ano novo mesmo, só dia 28 de junho de 2012. e ainda pr cima: 3 (três)
é de rir? é de chorar?

é de rir... e muito. como assim já chegando no 3?
não importa... na real? o importante é o que importa e o que exporta também.
aos que estão exportando, sejam felizes e aos que importam-se com isso também. importar-se com o que importa.
Alguém importa com que exporta?
Deve-se preocupar mais com o que exporta ou com o que importa?
a parte de tudo isso, eu prefiro melão...

Preferir melão depois de exportar muita coisa, é muito 'três'... ou seria muito 'cinco'? cinco não... só se ouvesse ajudinha do 'sete' pra construir um 'três'.
'sete' com 'cinco' são 'três'
está aí a resposta pro melão.
e eu nem gosto de melão tanto assim. mas quem importa?
Se alguém importa, eu não sei... mas que tem muito melão exportando... E é muita entrelinha que enrosca e desenrosca, assim não dá pra exportar nada, só confundir.
Mais uma vez... o importante é o que importa. E o que importa é que ainda estou no Ano 2 e em conjunção com 5.

edaí?
a parte de tudo isso é que 'dois' precisa de sussego e paciência e 'cinco' quer viajar.. e eu nem tenho 'dois' só nesse restinho de ano que se extende até Junho...

por isso, mais uma vez, eu repito:
a cor de uma são duas
de duas vinte
vinte e duas

sexta-feira, 8 de abril de 2011




tenho pensado muito na morte... talvez por besteira... pirraça, desgosto ou consolo.
mil coisas pra dizer sobre isso e eu sempre esqueço. é sempre assim...
meu dedo teria que ser uma caneta. e o papel seria qualquer coisa q eu tocasse.


é como um disse não me disse


.
essa sou eu: magra, loira e morta

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Eu nem sinto muito

Sinto tanto se algum Dia foi perdido
Sinto por isso, sinto por aquilo
Por não ser da 'brincadeira' todo momento.
Daquele jeito suficientemente sem preocupação,
sem interesse.
Sinto muito pelas feridas que eu reabro,
pelas edições de imagem;
aquelas que estou sempre fazendo
refazendo.
Aquelas que não precisam ser retocadas.
Sinto muito pelos 'sinto muito' .

No final eu agradeço por ser esse tudo que não sou
E é por isso que eu nem sinto muito.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A parte disso é que eu prefiro suco de Cajá.


Em meio tantos alfinetes, retalhos, zíper e fio solto tem uma pessoa que, antes de começar tudo, ja destruiu, espatifou, caiu da cadeira e se enroscou em 2 rolos de linha enquanto o telefone tocava e não sabia se atendia, levantava do chão ou simplesmente desenroscava de tudo que prendia. O telefone continuou tocando, ao tentar levantar caiu de novo e foi preciso estilete pra desvendar o resto.

Que eu sou um desastre ecológico, todo mundo sabe, todo mundo vê. Mas pra quem diz que minha costura é 'gracinha' não vê o que acontece por trás de tanto retalho e fio solto.
Pq é que alguém que sabe fazer costura francesa, italiana, saia godê/lápis/tulipa, calça daquelas que a sua mãe, nos anos 70/80, usava com uma blusa (maior que a do seu pai) pra dentro da calça com as mangas dobradas, se embrulha toda pra costurar um zíper infeliz que escolheu ser maio que o tecido?
Tentar convencer uma gordinha ficar 1 semana sem comer chocolate é mais fácil do que deixar uma simples bolsinha que precisa ficar reta, a não pender de um lado pro outro com uma costura zig-zag que esqueceu de trocar na hora de fazer a parte da manta acrílica.
Sabe quanto custa uma bolsinha que eu demorei 3h pra fazer e, ainda assim, ficou torta e com o zíper maior que o previsto? 5 mangos.
A parte disso é que eu prefiro suco de Cajá.

É um teste de paciência. Digo os desastres, não costurar. A costura, se praticar, tudo se resolve. Quero ver alguém dar um jeito nos destrambelhos. Tem muita história nesse drama.