sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A parte disso é que eu prefiro suco de Cajá.
Em meio tantos alfinetes, retalhos, zíper e fio solto tem uma pessoa que, antes de começar tudo, ja destruiu, espatifou, caiu da cadeira e se enroscou em 2 rolos de linha enquanto o telefone tocava e não sabia se atendia, levantava do chão ou simplesmente desenroscava de tudo que prendia. O telefone continuou tocando, ao tentar levantar caiu de novo e foi preciso estilete pra desvendar o resto.
Que eu sou um desastre ecológico, todo mundo sabe, todo mundo vê. Mas pra quem diz que minha costura é 'gracinha' não vê o que acontece por trás de tanto retalho e fio solto.
Pq é que alguém que sabe fazer costura francesa, italiana, saia godê/lápis/tulipa, calça daquelas que a sua mãe, nos anos 70/80, usava com uma blusa (maior que a do seu pai) pra dentro da calça com as mangas dobradas, se embrulha toda pra costurar um zíper infeliz que escolheu ser maio que o tecido?
Tentar convencer uma gordinha ficar 1 semana sem comer chocolate é mais fácil do que deixar uma simples bolsinha que precisa ficar reta, a não pender de um lado pro outro com uma costura zig-zag que esqueceu de trocar na hora de fazer a parte da manta acrílica.
Sabe quanto custa uma bolsinha que eu demorei 3h pra fazer e, ainda assim, ficou torta e com o zíper maior que o previsto? 5 mangos.
A parte disso é que eu prefiro suco de Cajá.
É um teste de paciência. Digo os desastres, não costurar. A costura, se praticar, tudo se resolve. Quero ver alguém dar um jeito nos destrambelhos. Tem muita história nesse drama.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Onde está?
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Para todos os efeitos, eu estou ocupada tomando um sol.
o Sol desmaia, se for um desenho fico num talvez de giz e canson. O perfeccionismo não funciona nessas horas de poucos traços. Canto pra quem ouve sem chorar. Nem tem ausência ou despedida.
Onde tem desventura, cada verso... um bando de nuvens passam entre o vento.
Aquele desfiado, aquele pedaço de altura desmontado. O salto perto do maçiço, veio destruído. transformado, já foi planta, já viveu. O maçiço, aquele árvore-balcão. Estava sem reação sem chão, mas sei que tem. Acho q não tem, por isso o salto quebrado.
É que hoje eu acordeio meio maysa, cala a boca, me passa o copo e sai daqui, merda.
"Se alguém interessa saber, sou bem feliz assim." Maysa Monjardim

Assinar:
Postagens (Atom)


